RESULTADOS DA OPERAÇÃO “VULCANO”

Polícia Civil divulga resultados da Operação Vulcano que trata dos fatos ocorridos na Usina Jirau

O Diretor-Geral de Polícia Civil, dr. Claudionor Soares Muniz, o Diretor do Departamento de Polícia Especializada, dr. Eliseu Muller, o Diretor do Departamento de Polícia Metropolitana, Jeremias Mendes, o adjunto da Secretaria de Segurança Pública (SESDEC), dr. Antônio Carlos dos Reis, o delegado Diretor da Divisão de Patrimônio, dr. Hélio Teixeira e a delegada Titular da Delegacia de Homicídios, a qual presidi o inquérito do caso, dra. Rosilei de Lima divulgaram, nesta manhã (09/04/12), o resultado preliminar das investigações referentes aos fatos acontecidos no interior do canteiro de obras de Jirau, onde na madrugada do dia 03/04/2012, indivíduos baderneiros incendiaram 37 alojamentos da empresa Camargo Corrêa e 02 alojamentos da empresa Enesa, colocando em risco a vida de inúmeras pessoas.

Na manhã de quinta-feira (05/04/2012), deu-se início a uma grande operação policial, denominada “Operação Vulcano”, tendo por objetivo dar efetivo cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e busca nos pertences pessoais e locais onde forem encontrados os suspeitos, ora representados. Destes mandados, dez foram cumpridos, na manha do dia 05 de abril.

A Operação Vulcano envolveu cerca de 30 agentes policiais das delegacias de Patrimônio e Homicídios, mais os agentes de polícia do DEI/PC e GEI, da Secretaria de Segurança. Os delegados envolvidos na Operação foram o dr. Hélio Lopes Teixeira Filho (Dir. Divisão de Patrimônio), Alessandro B. Morey (Dir. Divisão de Homicídios), Rosilei de Lima (Titular da Homicídios), José Marcos Rodrigues Farias (Titular da Patrimônio), Leisaloma Sousa Silva Carvalho (adjunta da Homicídios), Ricardo Souza Rodrigues (adjunto da Patrimônio), Osmar Luiz Casa (Diretor do DEI) e André Luiz Tedros Tiziano (Sesdec).

A prisão preventiva foi decretada pelo Juízo Criminal Plantonista para garantia da ordem pública, pois a conduta dos infratores colocou e está colocando em risco a vida dos demais trabalhadores das empresas responsáveis pela obra de Jirau, vez que continuam incentivando a destruição, praticando ameaças, danos e outros fatos delituosos. Ademais, os infratores, pelos fatos já praticados demonstram possuir personalidades voltadas à prática de violência, aos quais colocam interesses pessoais à frente do coletivo, até porque não respeitam a vontade da maioria em voltar ao trabalho, tão pouco à lei e a ordem.

Também justifica a prisão dos infratores a garantia da aplicação da lei penal, pois se observa que todos os envolvidos são oriundos de outras regiões do país, os quais não possuem nenhum vínculo com esta Cidade, sendo certa a possibilidade de estarem residindo nos alojamentos que foram destruídos. Assim, ao se verem envolvidos nesta investigação, certamente se ausentarão desta Comarca, o que dificultará suas localizações e, portanto, a regular instrução processual e da devida aplicação da lei penal.

Os infratores utilizaram-se da coação, de ameaças, constrangimento ilegal, apedrejamentos, incêndio, dentre outros crimes. Dos dez envolvidos que foram presos quatro, provavelmente, são apontados como líderes do grupo, são eles Jhonata Lima Carvalho, Carlos Moisés Maia da Silva, Jonas Cordeiro Bessa e Julimilson Souza de Oliveira.

Desta forma, com o progresso das investigações e com a prisão cautelar dos infratores, a Polícia Civil de Rondônia mostra mais uma vez que seu trabalho prima pela garantia da ordem e da paz, assegurando pelos meios legais o cumprimento das leis em vigor.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Rondônia