Polícia Civil e Exército Brasileiro prendem acusados por tráfico durante o feriado

A Polícia Civil do Estado de Rondônia em operação conjunta com o Exército Brasileiro realizou no último dia (22/04), a prisão do brasileiro, Erico Souza da Silva e do boliviano, Alejandro Yuma Monje, ambos acusados pelos crimes de Tráfico de Drogas e Associação para o Tráfico. De acordo com a Polícia, a dupla transportava os entorpecentes do tipo cocaína e maconha que seria comercializada no centro urbano do Estado de Rondônia.

Durante as investigações foi possível identificar ainda que a dupla conta com diversos colaboradores para a prática criminosa, e que estes, se homiziaram no País vizinho (Bolívia) durante as diligências das duas forças de segurança pública. Vale ressaltar que a Polícia Civil e o Exército tem realizado um trabalho incansável no combate a criminalidade nesta região de fronteira do País brasileiro com a Bolívia.

De acordo com o Delegado da Polícia Civil, Leomar Nascimento, a parceria entre as instituições tem proporcionado resultados positivos na região de São Francisco e adjacentes. “Um dos fatores que fortalece o segmento da segurança pública é a união entre as forças, entre as instituições que buscam o mesmo objetivo, promover a segurança e garantir a qualidade de vida da população”, explica o Delegado.

Para o comandante do Pelotão Forte Príncipe da Beira, Capitão Tibúrcio, o trabalho conjunto entre as forças de segurança é muito importante principalmente nas regiões de fronteira. “Nossas operações em conjunto possibilita a troca de experiências entre os profissionais da segurança, estreita a relação entre as instituições e inibem a criminalidade, diminuindo a sensação de insegurança nesta região considerada corredor para o tráfico de drogas e armamento”, explica o Capitão.

Durante o trabalho operacional foi possível identificar que o brasileiro, Erico Souza da Silva, já responde processo criminal no Brasil pelo crime de homicídio. Ambos os acusado devem responder por Tráfico de Drogas (art. 33 da Lei 11.343/2006) e Associação para o Tráfico (art. 35 da mesma norma legal), cujas penas se somadas, podem chegar até 25 anos de reclusão, além de multas. Vale salientar que o Inquérito Policial tramita em sigilo, pois as investigações sobre o caso continuam.