Polícia Civil apresenta projeto de Lavratura de Auto de Prisão em Flagrante por sistema de videoconferência ao MP

A Polícia Civil do Estado de Rondônia apresentou para os representantes do Ministério Público Estadual (MP/RO ), na última quarta-feira (08/03),  o projeto que visa realizar a lavratura do auto de prisão em flagrante por meio do sistema de videoconferência. De acordo com os técnicos da Polícia Civil, a iniciativa dará mais celeridade às investigações de crimes no Estado. A apresentação foi realizada no edifício sede do Ministério Público, em Porto Velho.

De acordo com o Delegado da Polícia Civil e Diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), Arismar Araújo, o objetivo do projeto de lavratura de auto de prisão em flagrante por sistema de videoconferência é “aproveitar a tecnologia disponível como instrumento fundamental para a otimização dos recursos escassos atualmente apresentados e assim, garantir aumento considerável na produtividade da Instituição principalmente com relação a investigação criminal. Vale ressaltar que tal prática dentro da persecução penal já é realidade antiga em vários países e em algumas cidades brasileiras”, disse o Delegado.

Para o Delegado Regional da Polícia Civil, Rodrigo Andrade, a reunião com representantes do MP visa esclarecer as fundamentações e finalidades do projeto para uma atuação harmônica entre as instituições. “O objetivo é aumentar a produtividade da Polícia Judiciária sem perder a eficiência no serviço, neste caso, com a nova proposta, possibilitaremos um maior desempenho da polícia e melhor atendimento à população”, relata Rodrigo.

Na oportunidade, os técnicos da Polícia Civil fizeram exposição de outro projeto aos integrantes da Corregedoria-Geral do MP e a Promotores de Justiça da área criminal. O projeto de Metodologia para Redução e Tramitação de Inquéritos Policiais (MRT-IP) que visa reduzir o tempo de tramitação do IP, garantindo mais celeridade neste segmento de atuação.

Vale ressaltar que ambas as iniciativas da Polícia Civil ainda não foram implementadas pela Instituição Policial, contudo, os estudos de aplicabilidade já foram realizados e os policiais contam com o apoio da Direção-Geral, assim como, da SESDEC que pretende muito em breve aplicá-los dentro da estrutura da Polícia Civil.

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